Se você mora no Brasil deve estar estranhando essa pressuposta resenha um mês depois do lançamento do filme, que em muitos lugares está para sair de cartaz. O que acontece é que hoje (07/02) eu aproveitei para ver a adaptação de uma das minhas franquias favoritas de game (para não falar “a favorita”) de novo, dessa vez em 3D, e achei que seria de bom tom expressar minha opinião por aqui.

O ponto é que o filme de Assassin’s Creed (AC, para os íntimos) foi massacrado pela crítica internacional quando saiu, em dezembro, nos EUA e alguns outros países. O que na teoria levou uma galera a desanimar com o longa. Eu estive assim por alguns dias, até lançarem o último teaser e eu ter um infarto, e voltar a por as expectativas altas. Dessa forma, apesar do massacre critico, no fim das contas não dei tanta bola e lá fui assistir feliz da vida (afinal descartar a opinião de algumas das pessoas que acharam Batman s Superman um ótimo filme já devia ser uma premissa básica. *apanha*). E adivinhem? Nada de decepção!

Para aqueles que não tem a mínima ideia do que ‘tô falando, ‘tá aqui uma sinopse, e logo abaixo o trailer:

Assassins’s Creed. 2016/2017[br]. EUA. 116 minutos. Ação.
Callum [Call] Lynch (Michael Fassbender) descobre que é descendente de um membro da Ordem dos Assassinos, e através de uma tecnologia revolucionária que desbloqueia as memórias genéticas (o animus) ele revive as memórias de Aguilar na Espanha do século XV. Dotado de novos conhecimentos e incríveis habilidades aprendidas pelas memórias de seu ancestral, ele volta aos dias de hoje pronto para enfrentar os Templários. Sociedade rival que esteve, e ainda está, atrás de um artefato conhecido como “maçã do Éden”.


Assista também: Trailer 01 e Trailer 02

[Aviso o texto a seguir pode conter leves spoilers circunstanciais, 
mais sobre a forma do filme do que sobre a narrativa, 
nada que vai estragar grandes surpresas da trama]

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Oi, Todo Mundo!
Pois bem, já faz um tempinho que não apareço por aqui, por motivos de: aproveitando ás férias. E pensando justamente numa das atividades que tenho feito bastante nesse momento resolvi indicar cinco séries que eu tenha assistido (ou que ainda esteja acompanhando) nesse meio tempo, variando os gêneros. Assim podemos contemplar um maior número de gostos. Então chega ai, que aposto que tem uma seriezinha para aumentar nessa sua lista.

The Crown.- Netflix. Drama.

Sinopse: The Crown acompanha a história da rainha Elizabeth II e dos primeiros-ministros que, juntos, deram forma à Grã-Bretanha depois da Segunda Guerra Mundial. A série narra as histórias internas dos dois famosos endereços do mundo: o palácio de Buckingham e 10 Downing Street, incluindo as intrigas, romances e esquemas por trás dos eventos que moldaram a segunda metade do século 20.


Essa é uma daquelas séries que poderia facilmente entrar para aquela minha lista de séries com protagonistas badass que num contexto oldschol/vintage. Afinal, estamos falando de uma das rainhas mais famosas do planeta.
Talvez, o grande mérito da trama, e principalmente da atuação de Claire Foy, que interpreta Elizabeth II, seja a capacidade de demonstrar a própria evolução da personagem (e de certa maneira gerar uma espécie de empatia para com a postura atual) da rainha. Uma das coisas mais incríveis que permeia a atmosfera da serie é o peso que a coroa vai ganhando sobre a personalidade dela, como mulher-mãe-irmã-esposa versus a figura etérea e atemporal que ela deve representar.
Os personagens secundários também merecem suas glórias, a faceta de um Churchill já idoso, e até “teimoso” com relação ao apego ao cargo. E a pequena participação, mas profunda em emoções ou mesmo influência em “legado”/influência , de George VI (outro que eu aceitava facilmente uma série sobre). Ou mesmo, Margareth que nos desperta emoções antagônicas. E nem que seja para despertar o ódio feminino Philip. Em quem eu ainda quero dar uns tapas.
Enfim, conforme foi divulgado essa é a série mais cara já produzida pela netflix, o que faz com que tenhamos acesso a um show à parte para aqueles apaixonados por moda e indumentária de meados do século XX e/ou vestidos de gala. Sem comentários para toda a beleza do guarda-roupa da série. Mas, muito além disso, a série tem uma fotografia belíssima, enfoques que parecem brincar com a harmonia e simetria, ou a quebra proposital dessas.
E, um ponto muito interessante, e que causa grande impacto nas cenas, é a forma com que eles trabalham o silêncio. Algumas das cenas são pura interpretação e aquele silêncio incomodo, que por vezes parece gritar escrachadamente sobre os sentimentos ali gravados. Um recurso usado de forma muito eficaz.


Westworld - HBO. Ficção, Suspense, Drama. 

 Sinopse: No futuro, um parque de diversões, chefiado por Robert Ford (Anthony Hopkins), oferece aos visitantes apresentações de duelos entre robôs de aparência humana em cenários do Velho Oeste. Mas uma pane afeta a programação dos androides e eles passam a ser uma ameaça para os frequentadores do local. Westworld é uma odisseia negra sobre a aurora da consciência artificial, e a evolução do pecado. Colocada na intersecção de um futuro próximo e de um passado reimaginado, a série explora um mundo em que cada apetite humano, não importa quão nobre ou depravado, pode ser saciado.


Aquela série que me conquistou pela abertura. Porque sim, eu fui fisgada em tão pouquíssimo tempo. Explicar Westworld é talvez uma viagem que eu não tenha recursos suficientes para fazer. A série, para além das tomadas de ação dentro do parque, o drama, e todo o mistério por trás do erro que começam a ocorrer no sistema dos “androides”; trás em suas ‘entrelinhas’ muitas ponderações já comuns para os habituados a romances como “eu robô” e afins. 
Parte do publico com certeza se pegará questionando a própria existência em alguns episódios, ou a supremacia humana, não só com o paralelo da série, mas sobre outras coisas também. Sem contar que a premissa de um parque onde não há regras, nos mostra várias facetas da humanidade (ou talvez falta dela) que dão no que pensar. Gosto desse aspecto reflexivo que alguns episódios podem gerar. Digo podem, pois se você não quiser entrar nas metáforas loucas, ainda acho que vai se divertir com ação.
Ah, e pode ter certeza que vocês vão se surpreender com os plotwists dessa série, porque olha,  tô de cara até agora. E querendo a próxima temporada (ou devo dizer, querendo logo as outras quatro temporadas já planejadas)!


The Exorcist. - FX. Terror, Suspense, Drama.

Sinopse: A jovem Charlotte sofreu um acidente e precisa passar um longo tempo de repouso no quarto. Com o passar do tempo, ela começa a mostrar um comportamento estranho e a sua mãe, Angela (Genna Davis), suspeita que seja uma possessão demoníaca. Preocupada, ela busca ajuda de um padre.


Para começar, vamos a confissão mais óbvia dessa vida: Eu comecei a assistir essa série por motivos de: Padre Tomas (Alfonso Herrera). Uma vez fan de RBD... não precisava de muito nessa combinação terror + Poncho né? Mas, não é que acabei me surpreendendo?
Uma das melhores sacadas pra mim foi Não estamos falando de um remake. E essa provavelmente é a melhor parte, já que aparentemente as tentativas de fazer uma refilmagem do filme homônimo nunca terminou muito bem. A série tenta encontrar seu próprio caminho, e por mim se saiu até bem. É curta, como as outras três indicadas até agora, então temos a dádiva de descartar a enrolação.
Muitos aspectos soam interessantes na história: O personagem de Ben Daniels, Padre Marcus Keane, tendo ênfase  em todos os aspectos de duvida da própria fé ou mesmo quando reencontra essa. Além claro, de em certo modo, mesmo que trazendo elementos fantasiosos/horror, a série dar uma alfinetada nas “perda de foco”/corrupções com propósito na igreja. E, por fim, eu adorei ver mais formas de exorcismo dentro de uma instituição.
Ah! E os adeptos de sopinha de ervilha, acho que vão ficar felizes com o resultado da série. Esse demônio é muito dos tresloucado.


Hawaii Five-0 - CBS. Disponível no Netflix.  Ação Policial. 
(E um pouco de comédia, porque olha, você vai rir da zuera desse povo xD)

Sinopse: O remake do drama policial exibido nos anos 60, conta a história de uma força-tarefa criada para combater os crimes do Havaí e auxiliar na busca pelo assassino do pai do Comandante Steve McGarret (Alex O'Loughlin *✧・゚:* (♥ヮ♥)*: ・゚✧) que acabou de retornar a Oahu. A força tarefa é então por ele, e seu (muitas vezes desventurado) parceiro, o detetive Danny Williams (Scott Caan), além do tenente Chin Ho Kelly (Daniel Dae Kim) e a oficial Kono Kalakaua (Grace Park). A equipe ganha carta branca do governo para realizar tudo que for preciso para diminuir a criminalidade das ilhas paradisíacas, o que muitas vezes significa métodos nada ortodoxos. Assim, além de todos os casos que encontramos na série, também acompanhamos os dramas pessoais de cada um, só que com muita ação.


Eu já tenho assistindo H5-0 há um bom tempo, mas como netflix acabou de disponibilizar a sexta temporada achei que era uma boa indicara aqui. A sétima temporada está no episódio 10, dependendo do seu timing para maratonas já terá avançado um pouco mais, ou até terminado.
Em se tratando das minhas várias séries policiais essa é uma das favoritas. Afinal, apesar do gênero e da pretensa ação, rola de todo, principalmente rir das implicâncias e dos sarcasmos com muito amor entre Danno e McGarrett. Uns romancezinho (embora a punhalada no meu shipp esteja doendo até agora), uns prisioneiros mucho doidos, Técnicos de analise nerd, fantasias de halloween. Perseguição, inimigos mortais e plotwist de espionagem.  Tudo isso claro, acompanhado de praia e muito sol, com umas paisagens lindas (principalmente nos episódios que incluem caminhadas ou caça na floresta atrás de criminosos).


Designated Survivor. - ABC/Netflix (Brasil). Jogos políticos, Drama, Suspense, Ação.

Sinopse: O Presidente dos E.U.A. é vitimado durante um ataque a bomba durante o discurso do Estado da União, no capitólio, e todos os outros membros do governo que estavam presentes morrem também. Tom Kirkman (Kiefer Sutherland), o secretário de habitações e desenvolvimento urbano, funcionário público de mais alto escalão ainda vivo, vira presidente do dia para noite. Uma conspiração parece se desvelar ao seu redor e ele precisa proteger sua família enquanto descobre o que está acontecendo. 


Provavelmente a minha queridinha fall 2016. Comecei a assisti-la antes mesmo de saber que a Netflix (assim como Shooter) estaria distribuindo a série aqui no Brasil. Por sinal, por conta do Hiatus até 03/03, todos os episódios transmitidos já estão na plataforma. Ótimo momento para se começar a ver, não?
Pois bem, já começo avisando que a série não vai ter tanta ação quanto o 24horas. Já que, é basicamente sobre jogos políticos e suas conspirações. Então é algo mais psicológico e estratégico. O que pra mim (órfã de The Good Wife) foi uma maravilha sem igual.
 A trama por trás do desastre no Capitólio me deixou louca pra saber por mais detalhes. No primeiro episódio você já toma uma na cara quando levantam a suspeita da explosão não ser um atentando . (Alow teorias da conspiração sobre 11/09... não pera). E o decorrer só vai te deixando mais surpreso  (e puto coma  cara de pau de alguns personagens, e depois confuso, e surpreso de novo kkk). Enfim, deu pra entender.
Uma coisa que achei de bom efeito, é que sutilmente através da contraposição do Kirkman com outros políticos na série, podemos notar algumas críticas em relação a posicionamentos da politica americana atual. Ela é também, uma boa série pra galera que andou estudando história dos EUA (Lê eu no semestre passado) conferir alguns dos “princípios” que formam o pensamento do país. Elementos de background algumas vezes mais ou menos visíveis, mas que contribuem legal pra quem gosta de observar essas coisas.
Além de todo o hype politico/suspense/conspiração, outro ponto que gostei na série foi o choque que a presidência teve para com a família do Kirkman. Afinal, estando nesse cargo parece que nenhum segredo está enterrado fundo demais, e principalmente por conta da conspiração, porém não só por isso. A segurança deles é afetada. Ou mesmo a dinâmica de suas relações.

Essas são algumas das várias séries que ando assistindo nessas férias. E vocês, tem alguma pra indicar?



Update do sumiço:
Até poderia justificar minuciosamente o sumiço,  mas o fato é que vira e mexe eu desapareço daqui, resumidamente os semestres começam a ficar complicados na faculdade e a greve que atrasou todo o calendário de 2016/I não colaborou muito para meu animo em 2016/II, mas segue a vida que as férias tão logo ai. Três semanas!
Nesse meio tempo, além de chorar no cantinho porque quero férias ler muita coisa pra faculdade, também li mais algumas coisas terminei um novo livro da Sophie Kinsella, “Lembra de Mim?”, que sinceramente achei ser um pouco abaixo da linha dela no quesito comédia, e meio arrastado. Porém, ainda um bom livro. Terminei  “As Duas Torres” que como já era de se esperar é meu favorito da trilogia, e passei da metade de “O Retorno do Rei”, o que significa que minha síndrome de final, que eu falei nesse post aqui, se pronunciou com uma força absoluta. Dentre as leituras também finalizei o primeiro livro da Trilogia Bourne, que não tem nada haver com o filme, mas isso é assunto pra um post futuro.
Por falar em TV, terminei os episódios disponíveis de Mr. Fissher Murder Misterys, próxima resenha a aparecer aqui no blog na série The Oldest Badass Female, adiantei a maratona de Prison Break, já que a série volta ano que vem e eu já não lembrava tão bem assim de alguns detalhes... Enfim, deixa eu parar de falar abobrinha e vamos ao post de hoje...
Adoro seguir perfis de fotógrafos, porque é como se você estivesse vendo o mundo pelos olhos de outra pessoa. Sem contar que muitas dessas fotografias são inspirativas pra escrever... Então, se você for como eu e gostar de fotografia vai adorar esses cinco perfis que trouxe para o post de hoje.


St.Pierre apesar do que o nome pode sugerir é um fotografo de North Attleboro, EUA. Sua fotografias retratam coisas do dia a dia, geralmente a uma meia luz que dá ao mesmo tempo uma delicadeza e melancolia confortável. Não sei explicar muito bem.  Ele também tem alguns photoshoots em Preto e Branco que são maravilhosos, e fotos de lugares cuja displicência podem lhe fazer querer se tele transportar.

Julia é uma fotografa australiana cujo trabalho gira em torno da fotografia de modelos e do mundo fashion. Ela também mantém um blog com as fotos de suas viagens, cliques lindíssimos e que vivem me dando vontade de escrever. As fotos que ela compartilha tanto no flickr quanto no integram tem uma pegada lúdica e por vezes até fantasiosa. Lembro que comecei a segui-la porque ela me lembrava elfos, mistério e algo meio mágico.
Joe não é faz tanto os gênero dos fotógrafos citados acima no sentido de que ele prefere lugares e animais a pessoas como protagonistas de suas fotografias. Mas o mais interessante quando penso no olhar por trás das lentes dele é que não há outra palavra se não “vivo” ou “vida” para caracterizar suas fotos, mesmo as de prédios e afins se mostram tão vividos que chega a se aproximar do surreal. A regra geral é a presença de cores lindas e que no meu caso vem acompanhado de um suspiro de admiração. 

Sharon é uma fotografa brasileira, atualmente residente em Londres, mas que sempre volta para cá á trabalho. Seu principal objetivo por assim dizer é fazer das fotografias um momento para captar memórias. Assim como a própria fotografa as seus cliques são cheios de uma delicadeza que passam um calma e uma sensação de quentinho no coração que é muito amor. Além de claro, ela ser ótima em captar momento de alegria genuína entre outras emoções tão belamente fotografadas. 


Soletre fofura: K.A.T.H.R.Y.
Pois é esse é o melhor resumo que posso fazer, porque há tempos não via tanta coisa cute em um só lugar como nas fotos da dona Kaythryn. E além de tudo Kaythryn pinta, então pode apostar que vai ter foto de pinturas no feed. E muito lindas por sinal.