Dentre os diversos serviços de hospedagem de arquivos em nuvem um dos mais famosos deles é o Dropbox, mas a verdade é que nem todo mundo sabe de alguns truques que o serviço pode nos oferecer. Hoje o Lírios Ao Mar mostra para vocês alguns deles:

1 – Recuperando arquivos excluídos.
Sim, isso é possível!  E já me salvou muitas vezes por apertar o delete com uma seleção errada. Para recuperar um arquivo que você veio a excluir seja lá pelo motivo que for, basta acessar o aplicativo pelo navegador. Assim que estiverem na home, basta observar o menu no canto superior direito onde há uma figura de uma lixeira.

Ao clicar na mesma ela aparecerá aberta, e uma lista de arquivos excluídos será mostrada.
Depois disso é só selecionar o arquivo e clicar em restaurar que ele voltará normalmente para sua pasta no Dropbox.

Terminado a edição é só clicar na lixeira de novo para “fechá-la” ou fechar o navegador.
Vale lembrar, contudo, que essa função só vale para arquivos excluídos nos últimos 30 dias, já que a função se limpa periodicamente.

2- Versões anteriores de um mesmo arquivo.
Seguindo o mesmo padrão da dica anterior, essa valerá também por 30 dias. Sendo uma ferramenta bem útil principalmente se você escreve, ou tem muitos arquivos em texto seja para qual for o fim.
Para acessar uma versão antiga de um arquivo basta clicar nele com o botão direito do mouse, acessar Histórico de versões.

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Autor: Raymond Khoury
Título Original:  The Last Templar
Páginas: 476 Páginas
Editora: Ediouro

Sinopse: Quatro homens mascarados montados a cavalo, vestidos como Cavaleiros /Templários, irrompem na noite de gala de inauguração de uma exposição do Vaticano no Museu Metropolitan e roubam um misterioso decodificador medieval, lançando o agente do FBI Reilly e a arqueóloga Tess Chaykin numa corrida mortal por três continentes em busca do local final de descanso do Templo do Falcão e a perturbadora verdade sobre a sua carga.

Ainda na temática terra santa e templários hoje trago para vocês minhas observações uma das últimas leituras que fiz, o que acabou não caindo muito longe do tema do último post. Encontrei esse livro ano passado enquanto perambulava pela biblioteca da minha faculdade. Hábito bem comum por sinal. Enquanto fui pegar a sinopse do livro para esse post descobri que existe também um filme hormônio baseado na obra de Khoury lançando em 2009, não sei dizer se é bom, mas se alguém souber pode contar nos comentários.
Em se tratando do livro eu já adianto que achei uma leitura muito boa, gostosa e distrativa. O texto flui fácil e tem uma linguagem desenrolada. Além disso, ao menos essa edição que peguei, tem um espaçamento de 1,5, sem contar com notas de rodapé que ajudam em algumas peculiaridades relatadas na trama.
Assim como em Assassin’s Creed a história se divide em dois tempos (quando peguei o livro achei que era só passado, porque tenho a mania de ler o prólogo ao invés da sinopse, quando estou garimpado na biblioteca). Ao contrário da famosa franquia, a maior parte de O Último Templário se passa no presente, conforme devem ter notado pela sinopse, e as alusões ao passado se dão por capítulos “flashback” relacionados ao seguimento da investigação.
O trabalho de Tess e Reilly, os protagonistas, no quesito investigação não é nada fenomenal ou que não tenhamos visto até o momento no gênero investigativo. Mas, eu particularmente, gostei das sacadas em relação a reflexão religião x terrorismo x política, através da história, as divergências entre as três principais religiões (cristianismo, judaísmo e Islã), e o papel geral da fé para o ser humano. As questões são trazidas de formas até despretensiosas, e não “doutrinativas”.
Os personagens no geral também seguem uma linha mais “cinza”, de modo que embora você possa não concordar com tudo que dizem ou façam, ainda assim entende sua lógica, e os gatilhos de suas ações. Por vezes sendo até simpático a eles.
A Ação na trama é bem balanceada, assim como o suspense. Além disse para quem anda enjoado de romance, vai ficar satisfeito em saber que ele não é forçado, flui no background, mas não nos satura. Como já era de se esperar, temos um final reflexivo, e para falar a verdade o epilogo me lembrou algumas cenas do meio de AC, o que no momento é só uma nova fonte de surto. E por sinal, acho que quem gosta dos jogos vai ser apreciar o livro também.


Se você mora no Brasil deve estar estranhando essa pressuposta resenha um mês depois do lançamento do filme, que em muitos lugares está para sair de cartaz. O que acontece é que hoje (07/02) eu aproveitei para ver a adaptação de uma das minhas franquias favoritas de game (para não falar “a favorita”) de novo, dessa vez em 3D, e achei que seria de bom tom expressar minha opinião por aqui.

O ponto é que o filme de Assassin’s Creed (AC, para os íntimos) foi massacrado pela crítica internacional quando saiu, em dezembro, nos EUA e alguns outros países. O que na teoria levou uma galera a desanimar com o longa. Eu estive assim por alguns dias, até lançarem o último teaser e eu ter um infarto, e voltar a por as expectativas altas. Dessa forma, apesar do massacre critico, no fim das contas não dei tanta bola e lá fui assistir feliz da vida (afinal descartar a opinião de algumas das pessoas que acharam Batman s Superman um ótimo filme já devia ser uma premissa básica. *apanha*). E adivinhem? Nada de decepção!

Para aqueles que não tem a mínima ideia do que ‘tô falando, ‘tá aqui uma sinopse, e logo abaixo o trailer:

Assassins’s Creed. 2016/2017[br]. EUA. 116 minutos. Ação.
Callum [Call] Lynch (Michael Fassbender) descobre que é descendente de um membro da Ordem dos Assassinos, e através de uma tecnologia revolucionária que desbloqueia as memórias genéticas (o animus) ele revive as memórias de Aguilar na Espanha do século XV. Dotado de novos conhecimentos e incríveis habilidades aprendidas pelas memórias de seu ancestral, ele volta aos dias de hoje pronto para enfrentar os Templários. Sociedade rival que esteve, e ainda está, atrás de um artefato conhecido como “maçã do Éden”.


Assista também: Trailer 01 e Trailer 02

[Aviso o texto a seguir pode conter leves spoilers circunstanciais, 
mais sobre a forma do filme do que sobre a narrativa, 
nada que vai estragar grandes surpresas da trama]

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Oi, Todo Mundo!
Pois bem, já faz um tempinho que não apareço por aqui, por motivos de: aproveitando ás férias. E pensando justamente numa das atividades que tenho feito bastante nesse momento resolvi indicar cinco séries que eu tenha assistido (ou que ainda esteja acompanhando) nesse meio tempo, variando os gêneros. Assim podemos contemplar um maior número de gostos. Então chega ai, que aposto que tem uma seriezinha para aumentar nessa sua lista.

The Crown.- Netflix. Drama.

Sinopse: The Crown acompanha a história da rainha Elizabeth II e dos primeiros-ministros que, juntos, deram forma à Grã-Bretanha depois da Segunda Guerra Mundial. A série narra as histórias internas dos dois famosos endereços do mundo: o palácio de Buckingham e 10 Downing Street, incluindo as intrigas, romances e esquemas por trás dos eventos que moldaram a segunda metade do século 20.


Essa é uma daquelas séries que poderia facilmente entrar para aquela minha lista de séries com protagonistas badass num contexto oldschol/vintage. Afinal, estamos falando de uma das rainhas mais famosas do planeta.
Talvez, o grande mérito da trama, e principalmente da atuação de Claire Foy, que interpreta Elizabeth II, seja a capacidade de demonstrar a própria evolução da personagem (e de certa maneira gerar uma espécie de empatia para com a postura atual) da rainha. Uma das coisas mais incríveis que permeia a atmosfera da serie é o peso que a coroa vai ganhando sobre a personalidade dela, como mulher-mãe-irmã-esposa versus a figura etérea e atemporal que ela deve representar.
Os personagens secundários também merecem suas glórias, a faceta de um Churchill já idoso, e até “teimoso” com relação ao apego ao cargo. E a pequena participação, mas profunda em emoções ou mesmo influência em “legado”, de George VI (outro que eu aceitava facilmente uma série sobre). Ou mesmo, Margareth que nos desperta emoções antagônicas. E nem que seja para despertar o ódio feminino Philip. Em quem eu ainda quero dar uns tapas.
Enfim, conforme foi divulgado essa é a série mais cara já produzida pela netflix, o que faz com que tenhamos acesso a um show à parte para aqueles apaixonados por moda e indumentária de meados do século XX e/ou vestidos de gala. Sem comentários para toda a beleza do guarda-roupa da série. Mas, muito além disso, a série tem uma fotografia belíssima, enfoques que parecem brincar com a harmonia e simetria, ou a quebra proposital dessas.
E, um ponto muito interessante, e que causa grande impacto nas cenas, é a forma com que eles trabalham o silêncio. Algumas das cenas são pura interpretação e aquele silêncio incomodo, que por vezes parece gritar escrachadamente sobre os sentimentos ali gravados. Um recurso usado de forma muito eficaz.


Westworld - HBO. Ficção, Suspense, Drama. 

 Sinopse: No futuro, um parque de diversões, chefiado por Robert Ford (Anthony Hopkins), oferece aos visitantes apresentações de duelos entre robôs de aparência humana em cenários do Velho Oeste. Mas uma pane afeta a programação dos androides e eles passam a ser uma ameaça para os frequentadores do local. Westworld é uma odisseia negra sobre a aurora da consciência artificial, e a evolução do pecado. Colocada na intersecção de um futuro próximo e de um passado reimaginado, a série explora um mundo em que cada apetite humano, não importa quão nobre ou depravado, pode ser saciado.


Aquela série que me conquistou pela abertura. Porque sim, eu fui fisgada em tão pouquíssimo tempo. Explicar Westworld é talvez uma viagem que eu não tenha recursos suficientes para fazer. A série, para além das tomadas de ação dentro do parque, o drama, e todo o mistério por trás do erro que começam a ocorrer no sistema dos “androides”; trás em suas ‘entrelinhas’ muitas ponderações já comuns para os habituados a romances como “eu robô” e afins. 
Parte do publico com certeza se pegará questionando a própria existência em alguns episódios, ou a supremacia humana, não só com o paralelo da série, mas sobre outras coisas também. Sem contar que a premissa de um parque onde não há regras, nos mostra várias facetas da humanidade (ou talvez falta dela) que dão no que pensar. Gosto desse aspecto reflexivo que alguns episódios podem gerar. Digo podem, pois se você não quiser entrar nas metáforas loucas, ainda acho que vai se divertir com ação.
Ah, e pode ter certeza que vocês vão se surpreender com os plotwists dessa série, porque olha,  tô de cara até agora. E querendo a próxima temporada (ou devo dizer, querendo logo as outras quatro temporadas já planejadas)!


The Exorcist. - FX. Terror, Suspense, Drama.

Sinopse: A jovem Charlotte sofreu um acidente e precisa passar um longo tempo de repouso no quarto. Com o passar do tempo, ela começa a mostrar um comportamento estranho e a sua mãe, Angela (Genna Davis), suspeita que seja uma possessão demoníaca. Preocupada, ela busca ajuda de um padre.


Para começar, vamos a confissão mais óbvia dessa vida: Eu comecei a assistir essa série por motivos de: Padre Tomas (Alfonso Herrera). Uma vez fan de RBD... não precisava de muito nessa combinação terror + Poncho né? Mas, não é que acabei me surpreendendo?
Uma das melhores sacadas pra mim foi Não estamos falando de um remake. E essa provavelmente é a melhor parte, já que aparentemente as tentativas de fazer uma refilmagem do filme homônimo nunca terminou muito bem. A série tenta encontrar seu próprio caminho, e por mim se saiu até bem. É curta, como as outras três indicadas até agora, então temos a dádiva de descartar a enrolação.
Muitos aspectos soam interessantes na história: O personagem de Ben Daniels, Padre Marcus Keane, tendo ênfase  em todos os aspectos de duvida da própria fé ou mesmo quando reencontra essa. Além claro, de em certo modo, mesmo que trazendo elementos fantasiosos/horror, a série dar uma alfinetada nas “perda de foco”/corrupções com propósito na igreja. E, por fim, eu adorei ver mais formas de exorcismo dentro de uma instituição.
Ah! E os adeptos de sopinha de ervilha, acho que vão ficar felizes com o resultado da série. Esse demônio é muito dos tresloucado.


Hawaii Five-0 - CBS. Disponível no Netflix.  Ação Policial. 
(E um pouco de comédia, porque olha, você vai rir da zuera desse povo xD)

Sinopse: O remake do drama policial exibido nos anos 60, conta a história de uma força-tarefa criada para combater os crimes do Havaí e auxiliar na busca pelo assassino do pai do Comandante Steve McGarret (*✧・゚:* (♥ヮ♥)*: ・゚✧Alex O'Loughlin ) que acabou de retornar a Oahu. A força tarefa é então por ele, e seu (muitas vezes desventurado) parceiro, o detetive Danny Williams (Scott Caan), além do tenente Chin Ho Kelly (Daniel Dae Kim) e a oficial Kono Kalakaua (Grace Park). A equipe ganha carta branca do governo para realizar tudo que for preciso para diminuir a criminalidade das ilhas paradisíacas, o que muitas vezes significa métodos nada ortodoxos. Assim, além de todos os casos que encontramos na série, também acompanhamos os dramas pessoais de cada um, só que com muita ação.


Eu já tenho assistindo H5-0 há um bom tempo, mas como netflix acabou de disponibilizar a sexta temporada achei que era uma boa indicar aqui. A sétima temporada está no episódio 10, dependendo do seu timming para maratonas já terá avançado um pouco mais, ou até terminado.
Em se tratando das minhas várias séries policiais essa é uma das favoritas. Afinal, apesar do gênero e da pretensa ação, rola de tudo, principalmente rir das implicâncias e dos sarcasmos com muito amor entre Danno e McGarrett. Uns romancezinho (embora a punhalada no meu shipp esteja doendo até agora), uns prisioneiros mucho doidos, Técnicos de analise nerd, fantasias de halloween. Perseguição, inimigos mortais e plotwist de espionagem.  Tudo isso claro, acompanhado de praia e muito sol, com umas paisagens lindas (principalmente nos episódios que incluem caminhadas ou caça na floresta).


Designated Survivor. - ABC/Netflix (Brasil). Jogos políticos, Drama, Suspense, Ação.

Sinopse: O Presidente dos E.U.A. é vitimado durante um ataque a bomba durante o discurso do Estado da União, no capitólio, e todos os outros membros do governo que estavam presentes morrem também. Tom Kirkman (Kiefer Sutherland), o secretário de habitações e desenvolvimento urbano, funcionário público de mais alto escalão ainda vivo, vira presidente do dia para noite. Uma conspiração parece se desvelar ao seu redor e ele precisa proteger sua família enquanto descobre o que está acontecendo. 


Provavelmente a minha queridinha fall 2016. Comecei a assisti-la antes mesmo de saber que a Netflix (assim como Shooter) estaria distribuindo a série aqui no Brasil. Por sinal, por conta do Hiatus até 03/03, todos os episódios transmitidos já estão na plataforma. Ótimo momento para se começar a ver, não?
Pois bem, já começo avisando que a série não vai ter tanta ação quanto o 24horas. Já que, é basicamente sobre jogos políticos e suas conspirações. Então é algo mais psicológico e estratégico. O que pra mim (órfã de The Good Wife) foi uma maravilha sem igual.
 A trama por trás do desastre no Capitólio me deixou louca pra saber por mais detalhes. No primeiro episódio você já toma uma na cara quando levantam a suspeita da explosão não ser um atentando . (Alow teorias da conspiração sobre 11/09... não pera). E o decorrer só vai te deixando mais surpreso  (e puto coma  cara de pau de alguns personagens, e depois confuso, e surpreso de novo kkk). Enfim, deu pra entender.
Uma coisa que achei de bom efeito, é que sutilmente através da contraposição do Kirkman com outros políticos na série, podemos notar algumas críticas em relação a posicionamentos da politica americana atual. Ela é também, uma boa série pra galera que andou estudando história dos EUA (Lê eu no semestre passado) conferir alguns dos “princípios” que formam o pensamento do país. Elementos de background algumas vezes mais ou menos visíveis, mas que contribuem legal pra quem gosta de observar essas coisas.
Além de todo o hype politico/suspense/conspiração, outro ponto que gostei na série foi o choque que a presidência teve para com a família do Kirkman. Afinal, estando nesse cargo parece que nenhum segredo está enterrado fundo demais, e principalmente por conta da conspiração, porém não só por isso. A segurança deles é afetada. Ou mesmo a dinâmica de suas relações.

Essas são algumas das várias séries que ando assistindo nessas férias. E vocês, tem alguma pra indicar?